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Sósias de Kim Jong-un e Donald Trump se encontram

Written By itabaiana noticia on sexta-feira, 8 de junho de 2018 | 14:26

Sósias do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegaram a Singapura, onde os líderes se runirão pela primeira vez na próxima semana. O encontro dos sósias, Howard X e Dennis Alan, aconteceu no Merlion Park.
Trump e Kim terão seu histórico encontro na ilha de Sentosa, frente à costa da ilha principal de Singapura, no dia 12 de junho.
O sósia de Kim Jong-un, Howard X, que é originário de Hong Kong, afirmou que ao chegar ao aeroporto de Singapura foi interceptado por um oficial da imigração e interrogado durante duas horas.
“Revistaram minha bagagem e me disseram que era um momento muito delicado para estar em Singapura e que deveria me manter longe da ilha Sentosa e do hotel Shangri-La da cidade”, postou no Facebook, mencionando o hotel em que o presidente americano deve se hospedar.
Howard X explicou que, finalmente, foi-lhe permitido entrar em Singapura após o interrogatório e que, agora, está “preparado para aproveitar esse momento histórico”.

Xi condecora Putin com 1ª Medalha da Amizade

O presidente da China, Xi Jinping, concedeu nesta sexta-feira (8) ao seu colega russo, Vladimir Putin, a primeira Medalha da Amizade com a República Popular da China, em um gesto que procura realçar a aliança cada vez mais firme entre ambas potências.

Trata-se de uma nova condecoração, uma das mais importantes do país, que o Governo de Pequim concederá a estrangeiros que tenham realizado grandes contribuições às relações com a China ou à manutenção da paz em nível internacional.
A medalha “é a honra mais alta da China” para os estrangeiros, disse Xi em cerimônia solene no Grande Palácio do Povo, na qual destacou a importância que “a primeira” condecoração seja para “honrar um velho amigo e parceiro”, “meu melhor amigo”.
Perante uma audiência de centenas de convidados de ambos países, Putin expressou que é “o maior privilégio” e agradeceu “a grande honra” de ser o primeiro a receber a condecoração, e também a Xi por ter decidido outorgá-la a ele.
A decisão sobre a condecoração com a medalha aconteceu em cerimônia separada após uma reunião entre ambos presidentes, dentro da viagem de Putin à China para participar da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), um organismo que coordena a segurança regional na Ásia, na cidade de Qingdao.

Embaixada lança alerta sanitário por doença

A embaixada dos Estados Unidos na China lançou nesta sexta-feira um novo alerta sanitário a seus cidadãos no país por causa de uma misteriosa doença, que já levou à retirada de vários funcionários do governo americano.

Em um comunicado, a embaixada pede a seu pessoal e familiares que entrem em contato com os serviços médicos caso experimentem algum “tipo de sintoma ou evento físico incomum ou inexplicado, seja sensorial ou acústico”.
Na quarta, o departamento de Estado dos Estados Unidos informou ter retirado vários de seus funcionários na China que apresentavam misteriosos sintomas similares aos que afetaram no ano passado outros empregados em Cuba.
Os empregado de várias sedes diplomáticas na China foram repatriados para ser submetidos a exames médicos mais profundos.
Uma equipe médica foi enviada a Guangzhou, na China, depois que um funcionário foi afetado no mês passado por um traumatismo cerebral após ter ouvidos “ruímos anormais”.
Este caso reaviou o temor de que um adversário dos Estados Unidos tenha desenvolvido um tipo desconhecido de aparelho acústico ou de micro-ondas.
No ano passado, 24 diplomatas americanos e membros de suas famílias em Cuba foram vítimas de misteriosos ataques acústicos que causaram ferimentos similares a traumatismos cerebrais. Sua causa ainda não foi descoberta.
Dez diplomatas canadenses e seus familiares também sofreram uma estranha doença.
Os Estados Unidos designaram desde então grupos de trabalho encarregados de avaliar essas misteriosas doenças, segundo revelou o secretário de Estado Mike Pompeo.
Depois do caso reportado no mês passado, a embaixada dos Estados Unidos na China emitiu em maio um alerta sanitário.
O departamento de Estado, no entanto, não fez qualquer referência a um ataque deliberado na China.

Trump vai passar por teste de fogo em Singapura

Donald Trump é, como não cansa de repetir, um negociador excepcional? Após 500 dias à frente da maior potência do mundo, poucos elementos concretos confirmam esta teoria.

A cúpula com Kim Jong-un, na terça-feira (12), em Singapura, será uma oportunidade única para causar uma boa impressão. Mas a aposta é arriscada: um fracasso reforçaria a sensação de que o provocador bilionário não tem a disciplina nem o cacife para realizar discussões internacionais de alto nível.
Na política externa, o presidente americano diz não se importar com detalhes (“o importante é o estado de espírito”), defende sua falta de experiência diplomática como um mérito, impõe e desfaz ultimatos e envia, com tuítes irritados, sinais frequentemente contraditórios.
A Casa Branca insiste em que ele “restaurou a credibilidade do discurso da América no cenário internacional”, mas uma sensação de desconforto domina, e as tensões com os aliados, em meio ao G7 no Canadá, se multiplicam.
De fato, desde que chegou ao poder, o empresário de 71 anos desmembrou o legado de seus predecessores mais do que construiu novas alianças, ou esboçou novas arquiteturas.
Acordo Climático de Paris, Acordo de Viena sobre o programa nuclear do Irã, Acordo de Livre-Comércio Trans-Pacífico (TPP): o 45º presidente da história americana fechou várias vezes a porta ao mundo, em nome de seu lema “América em primeiro lugar”.
Logo depois de se estabelecer na Pennsylvania Avenue, assegurou que alcançar um acordo de paz entre Israel e os palestinos “talvez não seja tão difícil quanto as pessoas pensam”. Um ano depois, a perspectiva de um acordo nunca pareceu tão distante.
O impasse comercial com a China até agora não produziu os resultados esperados, e muitos republicanos estão preocupados com as consequências econômicas – e eleitorais – desta cruzada.
“A ‘América Primeiro’ é, como previsto, a América sozinha”, resume o presidente do Council on Foreign Relations, Richard Haass.
“Nada indica que Trump e sua equipe tenham ideia do que consiste a ‘arte do deal’ (título do best-seller de Trump) para o que diz respeito à diplomacia internacional”, ressalta no periódico “Foreign Policy” Ilan Goldenberg, diplomata no governo de Barack Obama.
– Exceção norte-coreana? –
A questão norte-coreana será a exceção que permitirá a Donald Trump conquistar sua reputação no cenário internacional, ou, como acreditam alguns de seus colegas, ganhar um Prêmio Nobel da Paz?
Terça-feira, em um hotel de luxo em Singapura, ele se prepara para tentar algo que nenhum presidente americano em exercício conseguiu: negociar ao vivo com um herdeiro da dinastia Kim uma possível desnuclearização do regime recluso.
Algo até então impensável aconteceu em 8 de março. Depois de uma reunião com Donald Trump no Salão Oval, Chung Eui-yong, conselheiro nacional sul-coreano para a Segurança, foi à Casa Branca anunciar que Kim Jong-un estava disposto a encontrar o presidente dos Estados Unidos.
A informação, que vazou, foi uma meia surpresa. O que, de fato, deixou todos de boca aberta foi Trump aceitar a ideia!
Três meses depois, enquanto repórteres de todo o mundo reservavam suas passagens para Singapura, Trump enviou uma carta a Kim anunciando que a cúpula não aconteceria por causa da “visível hostilidade” de Pyongyang.
No dia seguinte, ao amanhecer, enquanto a tinta das incontáveis análises das razões do enorme “fiasco” ainda não estava seca, ele ressuscitou com um tuíte a possibilidade do encontro.
– “Novo pragmatismo” –
Seus críticos afirmam que ele foi muito menos exigente do que seus antecessores antes de se sentar à mesa com Kim Jong-un. E apontam, com razão, que o presidente americano não pode atribuir a si mesmo todo o crédito pela distensão diplomática espetacular em andamento na península.
Ainda assim, o mundo inteiro aguarda com atenção este inimaginável tête-à-tête há um ano. E que os “anti-Trump” estão divididos – às vezes desconfortáveis ​​- quanto à atitude a ser adotada diante de sua abordagem iconoclasta de um assunto tão espinhoso.
Em uma coluna publicada no “New York Times”, Nicholas Kristof, lamentou que alguns democratas passem mais tempo prevendo o fracasso de Trump ao invés de apoiar um processo certamente embrionário, mas promissor.
“É verdade, há muitas razões para se preocupar (…) e tudo ainda pode desmoronar”, escreveu ele. Mas – acrescentou – o “novo pragmatismo” do presidente americano é “infinitamente preferível” à ameaça de uma guerra nuclear.
“Nós todos devemos nos alegrar que Trump está finalmente se envolvendo em uma espécie de abordagem diplomática que ele uma vez denunciou”, completou.

Lei que veta o uso de celular nas escolas é aprovado

A Assembleia Nacional francesa aprovou em 1ª votação a interdição do uso de celulares a partir do próximo ano letivo. A medida defendida pelo presidente, Emmanuel Macron, durante a campanha eleitoral é alvo de críticas da oposição.

A interdição é válida para creches, escolas primárias e faculdades. O celular só poderá ser usado para fins educacionais e em locais onde estejam “expressamente autorizados”.
Não ficaram fixadas possíveis multas ou a forma como o veto será aplicado, mas levando em conta que não é permitido revistar as mochilas dos estudantes.
Para a deputada Michèle Victory, da Nouvelle Gauche, ouvida pelo “Le Monde”, a “medida é apenas cosmética”.
Desde de julho de 2010, o código de educação já proíbe os laptops “durante qualquer atividade de ensino e nos locais previstos pelas regras de procedimento”, de acordo com o jornal “Libération”.
Porém, o ministro da Educação francês, Jean-Michel Blanquer, defendeu a necessidade “de uma base legal muito mais forte”.
O partido conservador “Os Republicanos” rejeitou o projeto alegando que se trata de uma mera “operação de comunicação”, enquanto os socialistas e os integrantes do grupo de esquerda “A França Insubmissa” optaram por se abster.
A decisão ainda precisa ser validada pelo Senado, em uma data que ainda não foi definida, e por uma comissão mista caso não se chegue a um acordo, de acordo com a agência Efe.

Homem agride ex, é preso, solto e a mata

Uma moradora do Distrito Federal de 23 anos foi assassinada a facadas, nesta quarta-feira (6), por um ex-namorado que se dizia “inconformado com o término”. Três dias antes, ele já tinha sido detido por agressão e tentativa de homicídio contra ela.
Tauane Morais era operadora de caixa e morava em Samambaia Norte. Segundo a Polícia Civil, o suspeito se chama Vinícius Rodrigues de Sousa, e tem 24 anos. Após o crime, ele tentou se matar, foi socorrido e internado. Tauane morreu na hora.
No último domingo, Vinicius foi detido em flagrante após agredir Tauane com socos e tentar enforcá-la. A agressão foi presenciada pelos filhos do casal – um menino de 2 e uma menina de 4 anos.
À polícia, naquele dia, Tauane contou que o ex-namorado chegou a pegar um punhal e rasgar as cortinas da casa, quebrar móveis, a geladeira e a televisão da família.
Mesmo com o flagrante, no dia seguinte, o homem foi liberado em uma audiência de custódia. O juiz Aragonê Nunes Fernandes, que analisou o caso, entendeu que a medida protetiva concedida pela Justiça à Tauane era “suficiente” para manter o agressor longe da vítima e “preservar a integridade física” dela.
Após o assassinato e a tentativa de suicídio, o homem foi socorrido no local pelo Corpo de Bombeiros e levado ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT). O estado de saúde dele não foi informado.
Em nota ao G1, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal disse que não comenta ações, e que o juiz responsável pela soltura também não poderia comentar porque é impedido pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional.

‘Agressivo e ciumento’

Em depoimento à Polícia Civil, ainda no domingo (3), Tauane disse que já tinha sido agredida outras vezes pelo namorado, mas nunca denunciou. Ao G1, o delegado que investiga o caso, Eduardo Galvão, afirmou que o suspeito, que é do Piauí, não tinha passagens pela polícia no DF.
“Ela dizia que ele era muito ciumento, que vinha a agredindo a algum tempo, mas nunca falou nada. Foi aí que decidiu terminar o relacionamento.”
Galvão afirmou que os policiais que atenderam a mulher durante o fim de semana ofereceram proteção na Casa Abrigo, uma instituição do governo do DF, que acolhe mulheres vítimas de violência.
“Ela disse que tinha interesse na medida protetiva, mas não queria ir com os filhos para a Casa Abrigo”.

Feminicidio no DF

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, entre janeiro e abril deste ano foram registradas 10 ocorrências de feminicídio no Distrito Federal. No mesmo período do ano passado, foram 8.
No mês passado, a estudante Jéssyka Laynara foi morta pelo ex-namorado – um policial militar – –dentro de casa, na frente da avó e do primo. Ronan Menezes do Rego disparou cinco tiros. Duas semanas antes de ser assassinada pelo ex-namorado, a jovem, de 25 anos, enviou um áudio a uma amiga contando que não conseguia andar porque tinha levado socos no estômago e chutes nas pernas.
Depois de matar Jessyka, ainda naquele dia, o policial foi até a academia frequentada pela ex-namorada e atirou no professor Pedro Henrique Torres, de 29 anos. Pedro passou por cirurgia e se recupera, em casa.
Ronan estava de folga, sem farda, mas usou uma pistola da corporação para cometer o crime. A família da vítima diz que ele agiu por ciúmes.
 
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